FESTA DE ANIVERSÁRIO DO MUNICÍPIO DE VILA RICA

Visita do Governador de Mato Grosso a Barraca do curso Ciências da Computação

PRESENTE PARA O GOVERNADOR

Os acadêmicos do Curso de Ciências da Computação presenteando o governador com uma camiseta do curso

REQUERIMENTO ENTREGUE AO GOVERNADOR

Acadêmicos solicitaram alguns itens para a melhoria do ensino superior

GOVERNADOR VISITANDO A ESTRUTURA DE TRANSMISSÃO

Juntamente com Jean Ricardo o governador observou como foi feita a transmissão ao vivo on line da festa do município de Vila Rica - MT

ENTREGUE E ASSINADO

Acadêmicos em busca melhorias para nosso município!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Visita do governador ao STAND UNEMAT



No 26º aniversário, Vila Rica – MT teve a presença do Governador, Shows nacionais, vários eventos e projetos envolvendo a comunidade. Dentre os projetos, um de grande destaque foi à transmissão ao vivo da festa, realizada pelos acadêmicos da UNEMAT do curso Licenciatura Plena em Ciências da Computação, juntos com espírito inovador e de superação, com o apoio da COORDENAÇÃO DA UNEMAT e da PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA RICA, foi realizado um trabalho nunca antes visto no município.
Aproveitando o ensejo festivo e a visita do Governador SILVAL BARBOSA juntamente com o Secretário Adjunto AROLDO SOUZA, Prefeito Municipal NAFTALY CALISTO DA SILVA e o Deputado Estadual BAIANO FILHO ao STAND DA UNEMAT, foi entregue em mãos ao governador um Ofício o qual solicita melhorias no ensino superior aqui em nossa cidade, carteiras novas, uma quadra poliesportiva e computadores novos para o laboratório de informática.
Ao secretário Adjunto AROLDO SOUZA foram expostas idéias para o próximo projeto: WEBTV UNIVERSITÁRIA; e solicitamos através de um ofício equipamentos para que o evento aconteça. Foi entregue uma relação de equipamentos necessários para a sua realização. Ele se comprometeu ver no que poderia contribuir para a transmissão acontecer, objetivando a transmissão de conhecimento e interação entre acadêmicos bem como informações pertinentes a comunidade.


Post: Mary Alberita

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Não Percam!!! 26º Aniversário de Vila Rica/MT

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Transmissão on line da Festa do Município de Vila Rica - MT

Produção e Edição: Acadêmicos do Curso de Ciências da Computação - UNEMAT



Docente no século XXI

Habilidades do século XXI” – tornou-se comum nas discussões em torno dos novos desafios impostos pelo estilo de sociedade e economia intensivas de conhecimento e informação, puxadas freneticamente pelas novas tecnologias de informação e comunicação (TICs).


Na prática, ler, escrever e contar são habilidades indispensáveis para a cidadania e a produtividade, novas alfabetizações não diluem as tradicionais, mas vão bem além destas, algo que nossa escola não está percebendo, porque a maioria dos docentes não lida com novas tecnologias.





Aula é expediente Secundário, cujo sentido está em servir à aprendizagem do aluno. Ao contrário de temer as novas tecnologias, estas podem promover a dinâmica maiêutica mais facilmente, à medida que colocam o professor como promotor da aprendizagem do aluno, dinamizada pela própria aprendizagem do professor.
 O papel do professor precisa inda incluir a habilidade de fazer das tecnologias meio de aprendizagem, não fim em si mesmas. Entre tantos desafios está o de educar o estudante para pesquisar e elaborar na internet, não plagiar.


Post: Lara de Oliveira Araújo




sexta-feira, 20 de abril de 2012

Por Alex Castro

"A língua portuguesa não está na defensiva, não está decadente, 
não está morrendo, não precisa ser salva, não precisa ser defendida.
O português, presente em todos os continentes, é a sexta língua 
mais falada do mundo e a terceira do ocidente. 
Ele não tem o monopólio de palavras – sim, vários idiomas têm palavra para “saudade”. 
Ele não é mais rico do que nenhum outro idioma.
 O português não precisa ser mais rico do que ninguém. 
O português é. E isso basta."

Post: Mary Alberita

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Gigantes disputam mercado de sistema para smartphones

Consultorias projetam que em 2015 o globo estará dividido entre usuários de Android, da Google, do Windows Phone, da Microsoft e o iOS, da Apple.

Renata Ribeiro São Paulo, SP


Com a popularização dos celulares com acesso à internet, a escolha do sistema operacional passou a ser importante na hora de comprar um aparelho.
Pesquisas indicam que quem escolhe o iPhone, com o sistema iOS, paga mais caro por design, funcionalidade e porque pode estar 'cego' para as alternativas. “Eu acabei ficando apaixonado e acho que até fiquei meio escravo do iPhone”, diz o publicitário Ricardo Santos.
O gerente de contas, Newton Kajimoto, prefere o Android. “Ele é muito mais costumizável, você deixa ele com a cara que você quiser”.
O analista de sistemas, Fábio Koiti, que se deixou seduzir pela novidade, comprou a aposta da Microsoft, o Windows Phone, há venda no Brasil há apenas seis meses. “É mais rápido e integrado”.
Escolha um lado. É uma guerra que as gigantes da tecnologia travam na busca por território e, com a promessa de ser o quarto maior mercado de banda larga móvel até 2015, o Brasil está posicionado bem no meio do fogo cruzado.
Até 2007 vivemos a pré-história dos smartphones. Eram 76,5 milhões de aparelhos com acesso a uma internet móvel ainda rudimentar. Mal serviam para e-mails, jogos e troca de mensagens. Na época, o Simbiam da Nokia dominava a Ásia, a Europa, o Oriente Médio, a África e metade da América Latina. Nos Estados Unidos dividiam o mercado o RIM do Blackberry e a Microsoft com o Windows Mobile.
Foi quando Steve Jobs apresentou ao mundo o iPhone. O celular ganhou outro significado. Com a tela sensível ao toque e a interface linda, o exército branco logo conquistou o globo. A começar pelo Japão, na Ásia, e Estados Unidos, na América do Norte.
Procuramos a Apple para conhecer os próximos passos dos herdeiros de Jobs e constatamos que a estratégia é não falar. O mistério ajuda a produzir esses objetos de desejo. “Ele cria um estilo, as pessoas são identificadas também por aquelas marcas que elas acabam adotando para suas vidas”, fala o professor da área de redes e computadores da Fiap, Almir Meira Alves.
A pioneira já tem concorrência à altura. Em 2008, a Google lançou o primeiro smartphone com o sistema Android e foi para o front de batalha. Um ano depois, os robozinhos verdes ganharam território nas Américas com a bandeira do sistema aberto e dos preços mais baixos e viraram o jogo no ano passado.
A cada dia são habilitados 850 mil celulares com o sistema aberto. Nascem mais Android do que seres humanos. Não é ficção científica. A empresa trabalha para que os robôs verdes dominem o planeta.
Da Califórnia onde vive, o gerente de produtos Android, o brasileiro Hugo Barra, explica.“Tem telefone, tem tablet para todos os gostos para todos os bolsos e de todas as cores também."
Não escolha ainda. A Microsoft, peça fora do tabuleiro, acaba de abrir uma nova alternativa e com uma vantagem: ter assistido os erros e acertos das concorrentes. Depois de observar, por meses, a experiência dos consumidores, fizeram o sistema que promete ser o mais veloz do mercado.
“Quando a pessoa começa a interagir, começa a ver a facilidade, começa a ver como ele coloca, e como ele usa e quão mais rápido é fazer com esse dispositivo, com esse sistema operacional versus o que está acostumado é fácil de convencê-lo”, explica a diretora de canais para produtos da Microsoft, Cristina Palmaka.
Olhando o mapa do ano passado, parece que o Windows Phone da Microsoft teve avanço tímido, mas que os adversários não menosprezem o inimigo. Em 2015, quando devemos ter mais de um bilhão de smartphones habilitados, as consultorias projetam que o globo estará dividido entre Android, usuários do Windows e do iOS - nessa ordem.

Sugestão da nossa colega Laida

Mais detalhes no site http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/04/gigantes-disputam-mercado-de-sistema-para-smartphones.html

Leitura no Brasil é uma "vergonha", diz The Economist"

da Folha Online

A aversão dos brasileiros aos livros virou assunto da última edição da influente revista britânica "The Economist". Para a publicação, a situação precária das bibliotecas públicas e o baixo índice de leitura dos brasileiros constituem "motivo para vergonha nacional", juntamente com o crime e com as taxas de juros.

Leia abaixo uma tradução do texto "Um país de não-leitores" publicado pela "The Economist".

"Muitos brasileiros não sabem ler. Em 2000, um quarto da população com 15 anos ou mais eram analfabetos funcionais. Muitos simplesmente não querem. Apenas um adulto alfabetizado em cada três lê livros. O brasileiro médio lê 1,8 livros não-acadêmicos por ano --menos da metade do que se lê nos EUA ou na Europa. Em uma pesquisa recente sobre hábitos de leitura, os brasileiros ficaram em 27º em um ranking de 30 países, gastando 5,2 horas por semana com um livro. Os argentinos, vizinhos, ficaram em 18º.

Em um raro acordo, governo, empresas e ONGs estão todos se esforçando para mudar isso. No dia 13 de março, o governo lançou o Plano Nacional de Livros e Leitura. A medida busca impulsionar a leitura, por meio da abertura de bibliotecas e do financiamento de editoras, entre outras coisas. A ONG Instituto Brasileiro de Leitura traz livros para as pessoas: a entidade instalou bibliotecas circulantes em duas estações do metrô na cidade de São Paulo, e planeja outra em uma escola de samba. está se tornando comum ver personagens nas novelas da TV lendo. Os cínicos lembram que a Rede Globo, maior emissora de TV do país, também publica livros, jornais e revistas.

Um fator que desencoraja a leitura é os livros serem tão caros. Na Bienal do Livro de São Paulo, nesta semana, "O Código Da Vinci" estava à venda por R$ 32 --mais de 10% no salário mínimo do país. A maioria dos livros tem tiragens baixas, puxando para cima os preços.

Mas a indiferença dos brasileiros pelos livros tem raízes mais profundas. Séculos de escravidão levaram os líderes do país a negligenciar a educação. A escola primária só se tornou universal na década de 90. O rádio era uma presença constante já nos anos 30; as bibliotecas e as livrarias ainda não conseguiram emplacar. "A experiência eletrônica chegou antes da experiência escrita", disse Marino Lobello, da Câmara Brasileira do Livro, um órgão da indústria.

Tudo isso significa que o mercado de livros brasileiro tem o maior potencial de crescimento no mundo ocidental, lembra Lobello. Essa idéia tem atraído editoras estrangeiras, tais como a espanhola Prisa-Santillana, que comprou uma casa editorial local no ano passado. Editoras evangélicas americanas miram o mercado de livros religiosos, que superam as vendas de livros de ficção no Brasil.

Mas a leitura é um hábito difícil de formar. Os brasileiros compraram menos livros em 2004 --289 milhões, incluindo livros didáticos distribuídos pelo governo-- do que em 1991. No ano passado, o diretor da Biblioteca Nacional se demitiu após um mandato controverso. Ele se queixou de ter menos bibliotecários do que precisava e de que as traças já haviam roído muito do acervo. Juntamente com o crime e com as taxas de juros, isso é motivo para vergonha nacional."

Ideia de postagem do nosso colega: Luis Guedes